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sábado, 29 de março de 2014

Eugenia uvaia


 FOTO: ADHEMAR GOMES

UVAIÃO
ORIGEM: UNESP JABOTICABAL

Dados da Uvaia

  • Nome científico: Eugenia pyriformis Cabess.
  • Família: Myrtaceae.
  • Utilização: madeira utilizada para moirões, cercas e lenha. Seus frutos são comestíveis e servem de alimento para diversas espécies de aves.
  • Coleta de sementes: diretamente da árvore quando começar a queda espontânea dos frutos ou recolhê-los do chão.
  • Época de coleta de sementes: dezembro a janeiro.
  • Fruto: amarelo, arredondado, contendo duas sementes em seu interior, possuindo aproximadamente quatro centímetros de diâmetro.
  • Flor: branca.
  • Crescimento da muda: médio.
  • Germinação: normal.
  • Plantio: mata ciliar, área aberta.

Myrciaria Phitrantha Branca

FOTO: ADHEMAR GOMES

JABUTICABA BRANCA

Descrição
JABUTICABA BRANCA (Myrciaria aureana); quando madura, é de cor amarelo-esverdeada. É uma espécie rara, endêmica da região da Mata Atlântica e que, infelizmente, está ameaçada de extinção. É uma fruta tipicamente brasileira, contém vitaminas, fibras e sais minerais.  É uma pequena árvore que atinge no máximo de 3 a 5 metros de altura, e só ocorre em uma pequena faixa da Mata Atlântica, no Rio de Janeiro, e nos vales da Serra da Mantiqueira, tanto em São Paulo quanto em Minas Gerais.
Sua fruta é rica em vitaminas do complexo B, vitamina C, ferro, fósforo e cálcio. Antigamente era utilizada no tratamento de asma e tuberculose, sendo a água obtida da fervura de suas folhas e frutos utilizada em gargarejos por seresteiros.
Também conhecida pelo seu nome indígena, ibatinga, que significa “fruta branca”, ou também por jabuticaba-verde e jabuticabatinga.
Por ser verde mesmo quando está madura é conhecida como a jabuticaba que nunca amadurece; possui polpa macia, aquosa e adocicada. A melhor forma de saber se o fruto está apto para ser consumido é observando sua superfície. Se a casca estiver levemente aveludada, ela pode ser colhida sem receio. Pode ser consumida ao natural ou utilizada em geleias, licores, tortas, vinhos, doces e sorvetes. (Este texto acima se credita a pesquisadora Paula Louredo, Graduada em Biologia).
Coube ao estudioso João Rodrigues de Mattos o privilégio de esclarecer muitas dúvidas a respeito da mesma e descrevê-la botanicamente. Em 1962, ele estudou uma jabuticabeira nos pomares da ESALQ com uma placa de identificação onde se lia “nome científico: Gomidesia reticulata - nome popular: jaboticaba branca”. Descobriu que correspondia exatamente à espécie colhida por Auguste Glaziou, em Sete Pontes e Barreto (hoje Niterói) e rebatizada de Myrciaria phitrantha por não se tratar de uma eugênia.
Finalmente, em 1976, Mattos descreveu uma jabuticabeira bem semelhante à anterior, só que de porte menor e de folhas mais estreitas e um tanto mais curtas. Os frutos por ele observados eram sempre verdes (ou brancos), mesmo quando completamente maduros. O material estudado foi colhido em 1963 por Áurea Bordo, funcionária do Instituto de Botânica. Em homenagem à coletora, criou o epíteto de Myrciaria aureana, hoje reconhecida como a “verdadeira jabuticaba-branca”.
A origem da jabuticaba-branca por muitos anos permaneceu um mistério. Mattos informou que era de “procedência ignorada, cultivada em São Paulo”. Foi somente em 2007, graças aos esforços de Harri Lorenzi (Instituto Plantarum) e colaboradores, que se soube que M. aureana é uma planta muito rara na Mata Atlântica, encontrada ao longo do Rio Doce e na Zona da Mata mineira.

Texto: http://mudasdefrutiferas.com.br

segunda-feira, 24 de março de 2014

Myrciaria sp./ Jabuticaba Capitão Fulgêncio




Psidium paraense


Psidium paraense. Fruto de sabor e aroma agradável. A fruta têm perfume característico . Ideal para suco ! 

Myrciaria sp. / Jabuticaba Escarlate





Myrciaria sp. / Jabuticaba Escarlate Indispensável a Todos os Pomares Doméstico. O fruto têm casca fina sabor doce com acidez balanceada além da alta produtividade. Variedade excelente para vasos !


Jabuticaba Branca Myrciaria aureana

Jabuticaba Branca (Myrciaria aureana)
 
Jabuticaba Branca os frutos não são Brancos mas sim Verdes aparentando estarem imaturos. A fruta é doce e casca fina e apresenta diversas floradas ao longo do ano.


sexta-feira, 14 de março de 2014

Myrciaria tenella


Perinha ou Uvaia do Campo (Eugenia lutescens)

                           
                           

Myrciaria tenella


PERÂ DO CERRADO

   
Região: CENTRO-OESTE
Nome Científico: Eugenia klotzschiana
Nome Popular: Pêra, pêra-do-campo, cabacinha-do-campo
Origem: Cerrados do Brasil.

Características: formato de pêra pequena
Descrição
Os frutos maduros possuem coloração amarelo-esverdeada e são coletados de outubro a dezembro. Quando maduro, o fruto apresenta casca fina e polpa mole com certa adstringência. Podem ser usadas para doce em compota e geléia.

ACHACHAIRU

   
CARACTERISTICAS

Achachairu Rheedia laterifolia (L) Herzog, Clusiaceae (Guttiferae)
Sin. ou equiv. Tatairu, chachairu

Nome da fruta: Achachairu
Nome científico: Garcinia intermedia (Pittier) Hammel
Família botânica: Clusiaceae (Guttiferae)
Origem: México e América Central
Características da planta: Árvore geralmente de até 6 metros de altura, com látex amarelo. Flores alvas, reunidas na axila das folhas.
Fruto: Tipo baga, globoso, amarelo-alaranjado. Polpa adocicada, muito aromática, envolvendo uma a duas sementes.
Frutificação: Duas a três vezes ao ano
Propagação: Semente
O fruto é uma drupa com caca grossa, polpa branca e com cerca de 5 cm, com ponta na base, de cor amarela. A planta éperenifólia, tem látex, mede até 15 m de altura e tem folhas simples, verdes, coriaceás e glabras. As flores são masculinas ou completas, em fascículos axilares. Originada na Bolívia em clima subtropical. Consumida ao natural.

sexta-feira, 7 de março de 2014



Abiu gigante do Solimões (Pouteria caimito) e Pitaya Roxa (Hylocereus polyrhizus)



A mangaba é o fruto da mangabeira (nome cientifico: Hancornia speciosa), árvore rústica que pode chegar a dez metros de altura e é típica do bioma Caatinga, mas também pode ser encontrada em fisionomias do Cerrado. Também bastante comum no litoral do Nordeste, a mangaba tem, nessa região, sofrido com o desmatamento da vegetação nativa para dar lugar a plantações de cana-de-açúcar e a empreendimentos imobiliários, correndo risco de desaparecer dessa faixa de terra.
Sua copa larga e arredondada forma boas áreas de sombra nos períodos em que floresce e frutifica. A espécie tolera a seca e se desenvolve bem em solos ácidos e pobres em nutrientes.  Como parte das plantas deste bioma, possui tronco tortuoso com casca rugosa e áspera. O fruto pequeno tem um formato similar ao da pêra, polpa branca, cremosa e suculenta, ligeiramente ácida e leitosa, motivo pelo qual seu nome, de origem tupi-guarani, significa “coisa boa de comer”. As sementes achatadas e arredondadas ficam no interior da polpa.
De modo geral, as flores da mangabeira aparecem principalmente de agosto a novembro, mas muitas florescem antes do tempo. Por esse motivo, há frutos nas árvores praticamente o ano todo, dependendo da região. Porém, a maior parte da produção de frutos ocorre entre outubro e abril.A mangaba é rica em vitamina C, mais do que outras frutas mais ácidas. Possui teor de proteína que varia entre 1,3 e 3%. Sua polpa pode ser consumida madura in natura e é matéria-prima para produção de deliciosos produtos beneficiados comogeleias, compotas, sorvetes, licores, vinho, entre outros. O tronco e as folhas da mangabeira ainda fornecem um látex conhecido como “leite da mangaba”. Tal leite tem propriedades medicinais, sendo utilizado no combate a tuberculose e para o tratamento de úlceras. Na segunda guerra mundial, seu látex era utilizado na fabricação de borracha.

Fonte: http://www.cerratinga.org.br

Cambucá da Praia (Myrciaria stringipes)

                                

Árvore de 4-9 metros de altura, nativa de restingas arbóreas entre o norte do Espírito Santo e o sul da Bahia. De copa globosa e densa, apresenta tronco tortuoso com a casca fissurada e acinzentada. Folhas membranáceas, glabras na face adaxial e pubescentes na abaxial. Frutos subtomentosos de coloração verde-amareada, de até 2,8 cm de diametro, contendo 1-2 sementes de pouco mais de 1 cm. A polpa é branca-amarelada, suculenta e agradável, de sabor agridoce. Floresce no final da primavera e frutifica no verão.
Propagação: Por meio de sementes, e também ocasionamente por enxertia.
Fonte: Livro Frutas no Brasil

FRUTA DO MILAGRE

                                           
                                                           Foto: ADHEMAR GOMES

NOMENCLATURA E SIGNIFICADO
 FRUTA DO MILAGRE, MIRACULINA OU CEREJA MIRACULOSA. Essas nomes tem origem na curiosa proteína “miraculina” que esse fruto contem, fazendo que o nosso paladar seja enganado por 30 a 60 minutos e sentido tudo doce e saboroso, mesmo que a fruta ou o alimento tenha sabor acido e azedo.

Origem: nativa das matas de galeria dos rios da África tropical e subtropical. Foi introduzida no Brasil entre os anos de 2.006 a 2.008.

Dicas para cultivo
 É planta de crescimento lento, mais adapta-se a diversas condições climáticas. Pode ser cultivada desde o nível do mar até os 1.000 m de altitude em terrenos de consistência arenosa ou latossolos (terra vermelha ou amarelada) que tenha ótima drenagem da água das chuvas. É resistente a geadas com até - 3 graus negativos e a secas de até 5 meses sem chuva. Aprecia terrenos profundos e com pH acido de 4,6 a 5,7. Pode ser cultivada em vasos e começa a frutificar com 1,5 a 3 anos, a depender do clima, solo e praticas culturais.

Usos
 Frutifica de Dezembro a Abril. Os frutos podem ser consumidos in-natura mais os mesmos não tem um sabor especial ou marcante. Porém ao chupar 1 ou 2 frutos bem madurinhos, você pode chupar um limão bem azedo, comer uma cebola ou tomar uma limonada sem açúcar sem fazer careta. Os frutos também podem ser congelados individualmente numa forma e depois guadados em frascos no congelador e daí todo dia você usa um ou 2 frutos para adoçar seu café (não precisa de açúcar). Essa Frutinha é sem duvida ótima para diabéticos e para outras pessoas que tem uma dieta restrita. Também pode ser cultivada como ornamental.