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quinta-feira, 22 de maio de 2014

FRUTAS RARAS






Riquezas da Natureza!
Myrciaria delicatula - Cambuí-uvaia-doce, cambuí, camboim, camboinzinho-uvaia-doce.
Nativa do Sul e Sudeste do Brasil na Floresta Ombrófila Mista, Mata de Pinhais e campos e capões do Planalto Meridional.

Frutos globosos, lisos, amarelos, alaranjados, violáceos ou até negros, dependendo da variedade ou forma botânica, com polpa suculenta e adocicada. 
A planta é por vezes cultivada com fins ornamentais devido á beleza de suas formas. Os frutos são consumidos in natura e apreciados por crianças. De desenvolvimento relativamente rápido, frutifica cedo.

Native to South and Southeast of Brazil in Mixed Rain Forest, Pinhais Forest and fields and copses of the Southern Plateau.
Fruits globose, smooth, yellow, orange, violet or even black, depending on the variety or botanical shape, with juicy and sweet pulp.
The plant is sometimes grown for ornamental purposes due to the beauty of its forms. The fruits are consumed fresh and enjoyed by children. Relatively rapid development, early fruits.



sexta-feira, 16 de maio de 2014

ABIU GIGANTE DO SOLIMÕES (Ponteria caimito)
ABIU GIGANTE DO SOLIMÕES

ABIU GIGANTE DO SOLIMÕES

ABIU GIGANTE DO SOLIMÕES
Árvore lactescente, de 6-24 metros de altura, nativa de Amazonia Central e da costa leste do Brasil, desde Pernambuco até o Rio de Janeiro. Folhas simples, em geral  adensadas na extremidade dos ramos. Com flores perfumadas, discretas, formadas em dezembro-janeiro na região Sudeste. Frutos globosos ou elipsoides de até 1,2 Kg, com polpa carnoso-gelatinosa, translúcida, de sabor muito doce com pouco látex nas melhores variedades, envolvendo 1-4 sementes. Maturação de abril a junho.
Propagação: Principalmente por sementes.
Fonte: Livro Frutas Raras

sábado, 10 de maio de 2014

2 variedades de Uvaia pyriformis


Uvaia - Eugenia pyriformis
Características
    Está árvore tem altura entre 6 e 13 metros, com tronco único ou em forquilha, que se descasca. Soma-se a isso, apresenta folhas simples e flores brancas, miudinhas e delicadas. A copa é densa e arredondada.
    O fruto da uvaia, amarelo-ouro, só de olhar já abre o apetite, tamanho é o apelo de sua aparência. Tanto que a fruta é considerada uma das mais perfumadas e saborosas da Mata atlântica.
    Rica em vitamina C (cerca de 4 vezes mais do que a laranja), o seu nome deriva do tupi ubaia ou ybá-ia, e quer dizer fruto azedo. Mas seu aroma é suave e muito agradável. Não é à toa que é evidamente apreciada por pássaros e muito comum em pomares do Sudeste e Sul do País. Em função desta preferência, inclusive é usada em reflorestamentos destinados à recomposição de áreas degradadas, pois traz, atrás de si, uma fauna de aves e outros animais. Normalmente os frutos são recolhidos do chão após a queda espontânia.
    A pena é que é ausente do mercado por razões quase técnicas: o fruto amassa, oxida e resseca facilmente, o que praticamente inviabiliza a sua comercialização.

Época de frutificação e florada
Floresce em duas épocas destintas: nos meses de agosto e setembro, e no extremo Sul do Brasil, entre novembro e dezembro.

Cultivo
Para obter as sementes é preciso despolpar a fruta manualmente em água corrente. Isto posto, elas devem ser secadas à sombra. Mas a sua viabilidade é pequena (algo em torno de  60 dias). O desenvolvimento da uvaia no campo também é lento. Ela cresce dois metros em dois anos.

Aves mais atraídas pela planta
Sanhaços, sabiás, saíras, tuins, papagaios, periquitos entre outros...

Ocorrência natural 
Nativa da Mata Atlântica, no Brasil. Ocorre do Sul de Minas Gerais até Rio Grande do Sul, na floresta semidecídua do planalto e da bacia do rio Paraná. Mas sua ocorrência se concentra no Estado de São Paulo.

Referências
 * Terra da gente - disponível em  Terra da Gente 

Pitaya: fruta exótica que auxilia na prevenção do câncer

Pitaya


    A Pitaya, conhecida como a fruta do dragão, é muito consumida, principalmente, por inibir o crescimento das células cancerígenas. É também uma excelente opção para quem quer manter o corpo em forma, por auxiliar na eliminação das gorduras corporais.
    Tanto a polpa quanto a casca da pitaya são ricas em polifenóis, que têm ação antioxidante e contribui no combate dos radicais livres. Além disso, a casca possui um fitoquímico, que exerce a função de impedir o crescimento de células que podem causar o câncer. Por outro lado, as sementes colaboram para o bom funcionamento do estômago e do intestino. São encontradas também as vitaminas A e C, que ajudam na imunização do organismo e na formação da pele, por conter sais minerais, como o cálcio, o ferro e o fósforo beneficiam no fortalecimento dos ossos, dos dentes e na contração muscular.
    A fruta é uma excelente opção para quem quer manter o corpo em forma, pois auxilia na eliminação de gorduras corporais, transformado-as em energia. Existe nela uma indicação de ação termogênica, o que se refere à presença de uma substância com a capacidade de acelerar o metabolismo, provocando queima de calorias. Assim, quando aliada a atividade física, a ingestão de alimentos termogênicos possibilita a perda de peso e a definição dos grupos musculares. A pitaya contém outros componentes que permitem controlar o apetite, reduzir o colesterol e a aumentar a diurese. 

Característica
    Nativa do continente americano, tem formato arredondada ou alongada, consistência gelatinosa e adocicada, casca irregular e gomos escamosos. A cor externa está situada entre os tons amarelo ou vermelho de acordo com a variedade. A polpa tem coloração branca translúcida ou vermelha e com minúsculas sementes escuras dispersas em seu interior.
    Quanto a planta, ela é perene, trepadeira, com raízes adventícias, que a permite se fixar em árvores ou pedras. Os seus ramos são triangulares, suculentos, espinhosos e possuem flores brancas e grandes. O cultivo pode ser realizado em regiões situadas desde o nível do mar até 1.800 metros acima. Essa planta se adapta a climas mais secos, sendo que a temperatura ideal para sua produção deve superar os 16 º C. O período de safra é de dezembro a maio.

Dica

 Dica de salada de fruta com a pitaya. Confira:
Ingredientes:
- 1 manga média;
- 2 pitayas;
- 3 bananas prata;
- 10 morangos;
- 20 Gomos de uva;
-200 ml de suco de maracujá concentrado;
- 395 gramas de leite condensado.

Junte em um recipiente o leite condensado com o suco de maracujá, mexendo até formar um mousse e reserve na geladeira. Lave bem as frutas e retire a casca, com exceção dos morangos e das uvas. Corte-as em pedaços médios e disponha em uma taça ou travessa, em seguida regue-as com o mousse, misturando levemente. Deixe gelar e está pronto para ser servido. Uma observação importante é que as frutas podem ser modificadas de acordo com a preferência de cada um. Contudo, quanto mais colorida a salada, melhor será a quantidade de nutrientes.

Referência: www.ceasa.es.gov.br

Pitaya amarela Colombiana


Pitaya Amarela - Colombiana

Pitaya é o nome dado ao fruto de várias espécies de cactos epífitos, sobretudo do gênero Hylocereus, mas também Selenicereus, nativas do México e América do Sul e também cultivadas no Vietnã, Malásia, Israel e China. O termo pitaya significa fruta escamosa, também sendo chamada de fruta-dragão em algumas línguas, como o inglês. Como a planta só floresce pela noite (com grandes flores brancas) são também chamadas de Flor-da-Lua ou Dama da Noite.

Pode-se consumir a polpa do fruto ao natural ou processado como refresco, geléias ou doces. É também utilizada em medicina caseira, como tônico cardíaco, seu gosto lembra um pouco o melão. Apesar de sua aparência chamativa, o paladar é suave. As sementes têm efeito laxante. Além do fruto, que tem efeito em gastrites, o talo e as flores são usados para problemas renais.

Campomanesia sp. / Gabiroba Gigante


Campomanesia sp / Gabiroba - Gigante


Abiu gigante do Solimões



ABIU DE KILO


Abiu

Abiu (Pouteria caimito) da família das sapotáceas, é originário da Amazônia. Fruta típica de pomares domésticos, de pequeno cultivo comercial. Apresenta uma espécie de látex que "cola" a boca ao ser mordido ainda verdolengo.

Abiú vem do tupi-guarani e significa fruta com ponta. Adapta-se para cultivo nas regiões litorâneas quentes, até São Paulo. Necessita de solos profundos e humosos.

Variação

Podem ocorrer frutos inteiramente redondos, ovais e mesmo alongados, globolosos, tamanho aproximado de um ovo de galinha.

Frutos com superfície lisa e polpa gelatinosa, branca ou amarelada e adocicada, com sementes grandes, lisas e pretas, entre uma a quatro.

Visgo

Morder uma fruta de abiu "amarra" a boca, devido ao visgo que contém em sua casca. Mesmo madura a casca ainda "pega" na boca.

Gigante

Uma variedade de abiu proveniente do Alto Solimões, na Amazônia, produz frutos com até 1 quilo! Quem garante é a Embrapa.

Referência: http://goo.gl/1KOdI

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Pitaya


Pitaya

Pitaya

Longana

Longana

     Longana é uma fruta tropical originária da Índia, sendo espécie afim da lichia, uma vez que também pertence à família Sapindaceae.
    Essa fruta está bastante dispersa nas regiões tropicais e produz extensivamente em vários países asiáticos, como a China e a Tailândia.
    A planta, quando adulta, tem a aparência da lichia na forma de copa e no porte elevado. O início de produção é também tardio, ou seja, depois dos 4 anos, mesmo quando a planta é enxertada. Similar à lichia, a longana floresce, geralmente, entre agosto e setembro, e sua produção ocorre entre dezembro e janeiro mas temos observado na atualidade, que a longana tem apresentado produção até meados do mês de abril, quando cultivada no Estado de São Paulo.
    Dependendo das condições climáticas e da adubação, a planta mostra-se bastante irregular em produção de ano para ano. As variedades tailandesas Bieo Khieo, Do e Si Chomphu são bastante comercializadas na Ásia.       No Brasil, a variedade Kohala foi lançada pela Universidade Estadual de São Paulo (UNESP), devido a sua excelente produção e qualidade da fruta

    Os problemas e os métodos de propagação são muito semelhantes ao da lichia. As folhas são também compostas, mas com apenas 2 a 3 pares de folíolos. Igualmente à lichia, a inflorescência é uma panícula terminal, produzindo cachos na periferia da copa. As flores apresentam-se masculinas e femininas, também distribuídas em toda panícula. As plantas apresentam elevada auto-incompatibilidade na polinização, necessitando de um número abundante de insetos polinizadores para uma aceitável polinização cruzada e rendimento. As plantas de “pés-francos” (originada de semente) apresentam grande variabilidade no rendimento, na forma e na coloração das frutas.

    As frutas são de forma arredondada a ovóide com cerca de 2,5 cm de diâmetro, casca lisa de coloração amarela-cinza, pouco atrativa e muito semelhante à pitomba (Talisia esculenta Radlk.), fruta encontrada no Nordeste brasileiro. A polpa ou arilo é também translúcida, porém menos sucosa e saborosa que a lichia. A semente da longana possui coloração marrom-escura e brilhosa com comprimento variando de 7 a 9 mm. Na França, a longana é comumente chamada de “fruta do olho de dragão” devido ao formato e à coloração de suas sementes. A fruta é muito rica em cálcio e fósforo.
    Quando se fala sobre frutas raras, é comum alguém indagar se elas têm potencial de adaptação e de cultivo na região a ser introduzida. Portanto, é importante comentar sobre as principais exigências dessas fruteiras, quanto ao solo, clima e manejo, nas condições do Cerrado.

Solo, clima e manejo

    A longana são fruteiras que exigem e se adaptam muito bem em solos ácidos típicos do Cerrado. No entanto, solos sílico-argilosos profundos, bem drenados e com boa fertilidade, são mais exigidos por essas fruteiras.
     A longana requer clima tropical. As noites mais frias e o período seco de maio a agosto são fatores climáticos limitantes para a longana. Em plantio de sequeiro, a longana exige precipitações anuais por volta de 1500 mm, desde que sejam bem distribuídas. Portanto, o uso da irrigação é indispensável para o crescimento e produção aceitáveis dessas duas frutas, principalmente durante o período seco.
    O plantio dessas fruteiras deve ser feito durante o período chuvoso (outubro a fevereiro), em covas com dimensões de 60 x 60 x 60 cm. Atualmente, o espaçamento recomendado é o de 10 x 10 m (100 plantas/ha).         Porém, com o uso de podas de formação o adensamento de plantio pode ser reduzido, elevando a densidade para 250 plantas por hectare (espaçamento de 8 x 5 m).
    A adubação de plantio e crescimento da planta deve ser planejada com base nas análises de solo. Na fase adulta e produtiva, a adubação baseia-se não somente nas análises de solo, mas também nas análises de tecidos de folhas e na extração de nutrientes pelos frutos produzidos. A planta de longana, quando adultas, respondem muito bem às adubações organo-minerais, preparadas com a mistura de esterco curtido, macro e micronutrientes, desde que bem parceladas ao longo do período chuvoso. Atualmente, com o advento da fertirrigação, o parcelamento de macronutrientes como o nitrogênio e o potássio, permite melhor produção e qualidade das frutas.

Referências: https://sites.google.com/site/longanadobrasil

Araçá Paraense

Araçá Paraense

 Araçá-do-pará é o nome popular de uma árvore frutí-
fera e ornamental da família das Mirtáceas.

Pitaya Amarela da polpa branca

Pitaya Amarela

Arbusto suculento, epífito, levemente espinescente, escandente, originário do Equador. Filocládios (ramos fotossintetizanes de cor verde) trialados, de 4-5 cm de largura, pouco ramificados, com 2 espinhos curtos e rígidos de base engrossada em cada auréola, que se apoiam e se fixam com raízes aéreas nos suportes que encontram. Flores solitárias, andróginas, noturnas ,brancas, formadas durante a pimavera. Os frutos são bagas de superfície aureolada amarela, com um tufo de espinhos finos, que se desprendem  facilmente quando maduros (verão), com polpa suculenta, branca, de sabor bastante doce e muito apreciada.
Propagação: Por estacas de segmentos de cladódios e por enxertia.
Fonte: Livro Frutas no Brasil

Annona cacans

Annona cacans

Araticum Cagão - Annona cacans é uma espécie que compõe as florestas semidecíduas (que perdem as folhas numa época do ano) da mata atlântica desde Minas Gerais ao Rio grande do Sul. Arvore de tronco reto, e casca acinzentada e corticosa que desprendem-se em placas estreitas e longas no final do verão. Cresce de 5 a 15 m de altura. As folhas são simples, alongadas com nervuras de coloração creme amarelada. Planta subtropical, resiste a geadas de até – 3 grau, pode ser cultivada em todo o Brasil, em qualquer altitude; adapta-se a qualquer tipo de solo, que drenem bem as águas da chuva ou até solos argilosos, sujeito a inundações na beira de rios.

Pinha Roxa


PINHA ROXA

    A pinha, também conhecida como fruta-do-conde, ata, condessa e cabeça-de-negro, é o fruto da Annona squamosa, árvore da família das anonáceas, a mesma dos araticuns. É uma árvore pequena originária das Antilhas, com muitos galhos, que atinge 5 metros de altura. Seu fruto tem de 7 a 10 centímetros de diâmetro. É redondo e muitas vezes coberto de saliências arredondadas. À medida que amadurece, as saliências passam do verde-claro ao verde-pardo-acinzentado ou roxo. Boa fonte de vitaminas C e do complexo B, importantes no metabolismo das proteínas, carboidratos e gorduras, é aconselhável para incrementar o cardápio com vitaminas e sais minerais., sendo ruim para pessoas que fazem regime de emagrecimento, por ser rica em açúcare, consequentemente, muitomais calórica do que a maioria das frutas.
    A polpa é formada por gomos com sementes compridas, pretas e lustrosas recobertas por umamassa branca ou creme, doce e quase sem acidez. É macia, granulada, perfumada e saborosa. A pinha é uma fruta que contém muito açúcar, portanto não é recomendada a quem faz regime de emagrecimento. Pode ser consumida ao natural ou em forma de sucos, doces ou sorvetes. Para separar a polpa das inúmeras sementes, usa-se o liquidificador, ligando e desligando várias vezes o aparelho para não triturar as sementes.
    A pinha se dá bem em clima quente, com pouca chuva e estação seca bem definida. Começa a produzir aos 3 anos. É cultivada do extremo Norte às regiões altas do estado de São Pualo, mas produz nas regiões semi-úmidas, sub-úmidas e semi-áridas do Nordeste.